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Financiamento: a burocracia na hora de comprar parcelado

Financiamento: a burocracia na hora de comprar parcelado

Quem está prestes a entrar em um financiamento imobiliário deve saber que a burocracia faz parte da modalidade. Além daquela papelada, documentos e comprovantes de renda, possivelmente será necessário comparecer ao cartório, exigindo tempo e, sobretudo, paciência.

É importante ressaltar a burocracia estabelecida no financiamento, pois a ausência de algum documento pode atrasar o processo de liberação do crédito. Especialistas recomendam que o comprador peça uma lista com os documentos necessários, mas alertam que ainda assim, existir pequenas variações, dependendo do banco, do imóvel a ser financiado ou do perfil do tomador do empréstimo.

De um modo geral, para entrar em um financiamento imobiliário, o comprador precisa reunir os seguintes documentos:

Pessoa física: RG; CPF; Comprovante de residência; Comprovante de estado civil atualizado; Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais;

Pessoa jurídica: Contrato social ou Estatuto Social com as últimas alterações contratuais e estatutárias; Certidão Negativa de Débito (CND) do INSS; Certidão de Quitação de Tributos Federais (CQTF); Certificado de Regularidade do FGTS (CRF);

Do vendedor pessoa física: RG; CPF; Comprovante de residência; Comprovante de estado civil atualizado; Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais; Certidão dos distribuidores cíveis do local do domicílio; Certidão dos Cartórios de protestos; Certidão dos executivos fiscais e municipais; Certidão dos distribuidores criminais; Certidão dos distribuidores cíveis da Justiça Federal; Certidão de distribuição da Justiça do Trabalho; Certidão negativa de débitos trabalhistas;

Do vendedor pessoa jurídica: RG ou outro documento oficial de identificação que conste foto e filiação dos sócios representantes da empresa; CPF ou documento oficial que conste o referido cadastro dos sócios representantes da empresa; Certidão Simplificada da Junta Comercial se for o caso, contrato Social ou Estatuto Social (com alterações registradas); Certidão dos distribuidores cíveis do local do domicílio; Certidão dos Cartórios de protestos; Certidão dos executivos fiscais e municipais; Certidão dos distribuidores criminais; Certidão dos distribuidores cíveis da Justiça Federal; Certidão de distribuição da Justiça do Trabalho; Certidão negativa de débitos trabalhistas;

Documento de constituição de firma individual e, se for o caso, com as alterações registradas; Certificado de Regularidade do FGTS; Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais;

Do Imóvel a ser financiado: Matrícula atualizada acompanhada das certidões negativas de ônus reais e de ações reais reipersecutórias; Cópia do contrato de promessa de compra e venda; Comprovação de inexistência de débito de condomínio; quando for o caso Certidão Negativa do IPTU.

A documentação tem por objetivo comprovar a solidez e solvência do comprador, e principalmente a existência do imóvel que será objeto do financiamento, além do seu valor de mercado. Caso os documentos apresentados não sejam suficientes para comprovar tais pontos, o financiamento será impedido.

Uma solução para fugir de toda essa burocracia é optar pelo consórcio. Além de oferecer planos atraentes e econômicos, o consórcio de imóveis é flexível e facilitado. Está dúvida na hora de planejar a compra da casa nova? Clique aqui e saiba mais!

Publicado em:   | Fonte: / Assessoria de Imprensa / Infomoney